Tunísia amplia exportações e importações

Tunísia amplia exportações e importações
Vendas externas somaram US$ 8,43 bilhões de janeiro a julho, ao passo que as compras chegaram a US$ 12 bilhões.
Fonte: Da Redação, ANBA, 16/08/2018.

Foto: Fethi Belaid/AFP (Divulgação).

Foto: Fethi Belaid/AFP (Divulgação).

“Túnis – As exportações da Tunísia aumentaram 5,9% em volumes de janeiro a julho, em relação ao mesmo período do ano passado. Já as importações avançaram 2,1% na mesma comparação, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas (INS, na sigla em francês). As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (16) pela agência de notícias Tunis Afrique Presse (TAP). Os preços médios das vendas externas cresceram 16,4%, e os das compras, 18,3%.

Em valores correntes, as exportações tunisianas somaram 23,58 bilhões de dinares tunisianos (US$ 8,43 bilhões) nos sete primeiros meses de 2018, um acréscimo de 23,3% sobre o mesmo período de 2017. As importações chegaram a 33,53 bilhões de dinares (US$ 12 bilhões), um aumento de 20,8% na mesma comparação.

Em volumes, as vendas externas de produtos agrícolas e alimentícios cresceram 63,7% em relação aos sete primeiros meses do ano passado (na foto acima, colheita de trigo na Tunísia), ao passo que os embarques de minérios, fosfatos e derivados recuaram 10,3%, e os do setor de energia caíram 15%.

O setor de energia inclui produtos como petróleo, gás e derivados. Os preços médios das exportações deste grupo subiram 28,7%, e os das importações, 8,3%. Os demais setores registraram aumento de 15,6% nos preços médios das exportações e de 19,4% nos das importações.

Em volumes, as importações de combustíveis e lubrificantes avançaram 27,2%, mas as de produtos agrícolas e alimentos recuaram 4,9%, e as de minérios, fosfatos e derivados caíram 9,2%”.

Brasil importou menos fertilizantes dos árabes no ano

Brasil importou menos fertilizantes dos árabes no ano
Fornecimento de adubos de países árabes ao mercado brasileiro somou US$ 830 milhões de janeiro a julho, com queda de 18,4%. País comprou mais da Rússia.
Fonte: Isaura Daniel, ANBA, 17/08/2018.

Foto: Fadel Senna/AFP (Divulgação).

Foto: Fadel Senna/AFP (Divulgação).

“São Paulo – O mercado brasileiro diminuiu em 18,4% as suas compras de fertilizantes de países árabes de janeiro a julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), compilados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira. A queda se refere a valores: o Brasil gastou US$ 830 milhões com compras de fertilizantes da região no período.

O diretor-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, acredita que o Brasil está comprando mais fertilizantes da Rússia para poder barganhar a venda de produtos brasileiros ao mercado de lá. A Rússia embargou a carne bovina do País e o assunto está sendo negociado. Os russos são os maiores fornecedores de adubos para o Brasil no exterior, com vendas de US$ 924,4 milhões de janeiro a julho. Houve aumento de 8,6% na comercialização no período.

Apesar na queda das importações de adubos de países árabes pelo Brasil, a região é importante fornecedora do segmento e responde por cerca de um quarto de todo o fertilizante que o País compra do exterior. Nos sete primeiros meses deste ano, o mercado brasileiro importou US$ 3,6 bilhões em geral. Os árabes responderam por 23% do total. Houve recuo na importação de adubos pelo Brasil como um todo, de 13% em valores.

No mundo árabe, o Marrocos foi o maior fornecedor de fertilizantes para o Brasil de janeiro a julho deste ano, seguido por Arábia Saudita, Catar, Argélia e Kuwait. Uma empresa marroquina, o Grupo OCP, tem filial de comercialização e distribuição de fertilizantes no Brasil e ainda participação em operações da multinacional de fertilizantes Yara no mercado brasileiro.

Os marroquinos, porém, diminuíram as vendas de adubos ao Brasil de janeiro a julho sobre iguais meses de 2017, em 27%, para US$ 251 milhões. Os sauditas reduziram as vendas em 25%, para US$ 127 milhões, e o Catar exportou 44% menos, com US$ 125 milhões. O quarto país árabe da lista de fornecedores do Brasil, a Argélia, aumentou as vendas em 97%, para US$ 82,8 milhões. O Kuwait mais que dobrou a comercialização, para US$ 67,7 milhões.

Apesar do recuo na importação brasileira de fertilizantes como um todo e dos países árabes no acumulado deste ano até julho, Michel Alaby acredita que as perspectivas futuras para as compras do produto do exterior são boas, frente aos planos do Brasil de aumento da produção agrícola. O País pretende ampliar também a produção nacional de adubos, mas o diretor geral da Câmara Árabe lembra que esse plano ainda não evoluiu muito. A importação responde por cerca de 80% do abastecimento de fertilizantes no mercado brasileiro atualmente.

Em julho, individualmente, houve aumento na importação brasileira de fertilizantes. A Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), que divulga os dados em volume, informou aumento de 0,8% nas compras do produto do exterior no mês passado, para 2,44 milhões de toneladas. O aumento ocorreu antes do início do plantio da safra 2018/2019, em setembro, e depois da greve dos caminhoneiros, entre o final de maio e começo de junho, que represou as entregas de todo tipo de produto no Brasil, inclusive de adubos.

Dados do MDIC mostram que a importação brasileira de fertilizantes de países árabes cresceu 32,2% em valores em julho sobre o mesmo mês de 2017 e ficou em US$ 183 milhões (na foto acima, fosfato da OCP)”.

Frango: preços da carne caem; exportações atingem recorde

Frango: preços da carne caem; exportações atingem recorde
Fonte: Cepea via CNA, 17/08/2018.

Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

“O aumento no poder de compra da população, devido à entrada dos salários, não foi suficiente para aumentar a demanda pela carne de frango na segunda semana de agosto, de acordo com levantamento do Cepea. Com isso, entre 9 e 16 de agosto, os preços da carne caíram na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea.

Quanto às exportações de carne de frango, foram recorde em julho, sendo exportadas 451 mil toneladas de carne in natura e industrializada, quase o dobro do volume de junho/18 e 20,1% acima do de julho/17, segundo dados da Secex.

O setor exportador contou com maior participação de destinos secundários como a África do Sul, uma vez que a relação comercial com a Arábia Saudita, maior parceira no comércio da proteína brasileira, tem sido complicada pelas novas exigências de abate halal por parte dos compradores – a Arábia Saudita saiu da posição de maior destino da carne de frango brasileira para a 5ª colocação, sendo passada por Japão, China, África do Sul e Emirados Árabes Unidos”.

CNI defende abertura comercial por meio de agenda ambiciosa de acordos

CNI defende abertura comercial por meio de agenda ambiciosa de acordos
Em reunião da Coalizão Empresarial Brasileira (CEB), representantes da indústria afirmaram que negociações com União Europeia e México são prioridade.
Fonte: Cristiane Bonfanti, Agência CNI de Notícias, 15/08/2018.

Foto: Miguel Ângelo (Divulgação).

Foto: Miguel Ângelo (Divulgação).

O diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Abijaodi, defendeu nesta terça-feira (14) a abertura comercial brasileira por meio de uma agenda ambiciosa de acordos. Segundo o diretor, as negociações com União Europeia e México continuam sendo as prioridades da agenda brasileira.

“As negociações com União Europeia e México, primeiro e sexto maiores parceiros do Brasil, merecem uma atenção especial, pois já se encontram em fase adiantada de negociação”, disse Abijaodi, durante a abertura reunião da Coalizão Empresarial Brasileira (CEB), em Brasília.

ACORDO BRASIL-MÉXICO – Entre as prioridades da CNI para a agenda de 2018 está a conclusão das negociações de um acordo de livre comércio – ou de um acordo parcial, o mais amplo possível – entre o Brasil e o México.

O embaixador do México no Brasil, Salvador Arriola, que esteve presente na reunião da CEB, não entrou em detalhes sobre as negociações. Ele disse, no entanto, estar convencido da necessidade de aprofundar o acordo 53 (que envolve bens de diferentes setores e hoje possui apenas 800 produtos, sendo só metade deles livre de tarifas de importação) e manter o acordo 55 (que regula o comércio automotivo entre os dois países). O embaixador também afirmou que o governo mexicano está trabalhando para estabelecer mecanismos para promover encontros entre os setores privado mexicano e brasileiro.

De acordo com Arriola, o governo mexicano está elaborando uma proposta para criar um Conselho Empresarial Brasil-México, com lugar de destaque para a indústria e o setor agropecuário. O embaixador afirmou ainda que existem contatos também entre a Secretaria de Agricultura do México e o Ministério da Agricultura brasileiro.

“Temos notícias da ida de algumas delegações brasileiras ao México para analisar temas sanitários e fitossanitários nos próximos dias”, disse.

Por sua vez, Carlos Abijaodi afirmou que o Brasil quer se aproximar cada vez mais do país para descobrir oportunidades. “Gostaríamos e gostamos cada vez mais dessa aproximação com o México, que é um parceiro diferenciado para o Brasil pelas sinergias existentes, pela possibilidades de ampliar negócios, de realizar mais investimentos e de oferecer oportunidades para os dois lados”, disse Abijaodi.

Durante a coalizão, os representantes do setor empresarial também falaram sobre negociações com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) e Canadá; com a Aliança do Pacífico e Chile; e com a Coreia do Sul.

ALIANÇA DO PACÍFICO – A CNI defende o aprofundamento da agenda de acordos comerciais entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico – bloco formado por México, Colômbia, Peru e Chile, principalmente como forma de retomar mercado nos quatro países.

Levantamento da CNI mostra que, no somatório, os países da Aliança do Pacífico representam o quinto maior destino das exportações do Brasil. No entanto, apesar de manter relevância no comércio, o Brasil perdeu participação nas importações de todos os países da Aliança do Pacífico ao longo da última década, com exceção do Chile.

Entre 2008 e 2017, a participação do Brasil no total de importações realizadas pelo México caiu de 1,7% para 1,3%. No caso da Colômbia, essa participação foi reduzida de 5,9% para 5% no mesmo período. No Peru, caiu de 8% para 6%. A única exceção é o Chile. A participação do Brasil nas importações daquele país cresceu de forma tímida, de 8,4% para 8,6% entre 2008 e 2017.

MERCOSUL – Outra prioridade da indústria brasileira é o fechamento de um acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Um entendimento entre os dois blocos estimulará investimentos europeus no Brasil e no Mercosul e contribuirá para a redução de custos.

O acordo de livre-comércio entre os dois blocos permitirá, por exemplo, a eliminação gradual de tarifas de importação hoje aplicadas pela União Europeia a produtos brasileiros.

A CNI defende que os ministros dos dois blocos estabeleçam diretrizes claras e definam um cronograma para a conclusão de um acordo político ainda em 2018. O acordo político é um passo definitivo em direção ao fechamento do acordo final de livre-comércio, que passaria a depender de ajustes técnicos.

Além disso, será realizada a primeira rodada de negociações entre o Mercosul e a Coreia do Sul. O país é importante parceiro nas importações brasileiras de bens e, cada vez mais, tem ampliado os investimentos no Brasil.

Por conta de sensibilidades dos dois lados, o escopo da negociação ainda não está definido e espera-se que a primeira rodada dê os contornos gerais da negociação”.

Acordo para evitar dupla tributação deve ser prioridade com Paraguai

Acordo para evitar dupla tributação deve ser prioridade com Paraguai
Na avaliação da CNI, depois de avançar na agenda de desburocratização e de melhoria de ambiente de negócios com o país vizinho, o momento agora é de ampliar a agenda de acordos.
Fonte: Agência CNI de Notícias, 15/08/2018.

Foto: Cesar Itiberê/PR (Divulgação).

Foto: Cesar Itiberê/PR (Divulgação).

“A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende a priorização de uma agenda bilateral de acordos com o novo governo que assume o Paraguai nesta quarta-feira (15), com a posse do presidente eleito Mario Abdo Benítez.

Na avaliação da CNI, depois de avançar na agenda de desburocratização e de melhoria de ambiente de negócios com o Paraguai, o momento agora é de ampliar a agenda de acordos, mais especificamente na área de dupla tributação.

“O Brasil é o principal parceiro comercial do Paraguai e maior investidor no país. Com o novo governo, a indústria defende a continuidade na agenda de desburocratização e de melhoria de negócios, mas entende que é preciso avançar também em pautas pendentes. A principal delas é o da dupla tributação”, disse o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi.

Dados do governo federal mostram que, em 2017, a corrente de comércio com o país foi de US$ 3,78 bilhões. De janeiro a julho de 2018, o valor foi de US$ 2,2 bilhões, o que representa alta de 5,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

DUPLA TRIBUTAÇÃO – A celebração de um acordo de dupla tributação com o país vizinho reduzirá a carga tributária para operações relacionadas a investimentos e comércio de serviços. Também aumentará a segurança jurídica e a competitividade das operações de empresas paraguaias e brasileiras. Com isso, contribuirá para a facilitação tanto de negócios e investimentos que estão em curso quanto os futuros. No âmbito do Mercosul, o Brasil possui esse acordo somente com a Argentina.

No que diz respeito à presença de empresas brasileiras no Paraguai, o investimento brasileiro acumulou estoque de US$ 815 milhões em 2017, sendo os principais setores alimentos e tabaco, construção civil e materiais de construção, serviços financeiros, transportes e têxtil.

Dessa forma, os impactos positivos desse acordo alcançariam operações envolvendo pagamentos de serviços e royalties, os quais são fundamentais na agregação ao comércio bilateral de manufaturas.

CERTIFICADO DE ORIGEM DIGITAL – A CNI também defende a substituição, pelo Paraguai, do certificado manual pelo Certificado de Origem Digital (COD). Esse documento é necessário para que operações de importação e exportação sejam realizadas sem pagamento de tarifas.

A medida trará ganhos de segurança nas operações comerciais, aprimorará a qualidade das estatísticas e poderá reduzir de 72 horas para menos de um dia o tempo de emissão do documento, sendo um aliado no ganho de eficiência no comércio entre os países do Mercosul.

Além disso, o avanço das medidas de facilitação de comércio prevê que os países, cada vez mais, anexem eletronicamente os documentos necessários à exportação e importação, o que está inteiramente em linha com o Certificado de Origem Digital.

ATA CARNET – Para a CNI, a adesão do Paraguai ao ATA Carnet permitirá um trânsito aduaneiro mais acelerado e a redução de custos na importação e na exportação temporária das mercadorias. A Convenção de Istambul dispõe sobre a utilização pelos países signatários do documento ATA Carnet. Dentre os países do Mercosul, apenas o Brasil aderiu.

O ATA Carnet é um documento internacional aduaneiro e permite, por até um ano, a isenção de impostos para a exportação e importação de bens. O documento cobre amostras comerciais, equipamento profissional e bens para apresentação ou uso em feiras de comércio, shows e exibições.

FACILITAÇÃO DE COMÉRCIO – Embora o Paraguai já tenha ratificado o Acordo de Facilitação de Comércio da Organização Mundial de Comércio (OMC), a CNI defende também que o país avance na implementação da agenda de facilitação de comércio.

Entre as ações necessárias estão a redução no número de documentos e formalidades requeridos no comércio bilateral e a cooperação entre as aduanas dos dois países, inclusive para harmonizar os horários de funcionamento desses órgãos.

Outras medidas importantes são a ampliação do escopo de temas do comércio exterior de cada um dos países para utilização do mecanismo de solução de consultas, conferindo mais segurança jurídica às empresas, e a eliminação do requerimento de consularização de documentos”.

MDIC adota modelo de internacionalização do setor privado para impulsionar comércio exterior

MDIC adota modelo de internacionalização do setor privado para impulsionar comércio exterior
CNI e governo federal assinaram nesta quarta-feira (15) acordo que transfere metodologia para que estados ampliem número de empresas exportadoras.
Fonte: Ariadne Sakkis, Agência CNI de Notícias, 15/08/2018.

Foto: Divulgação.

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“O projeto Rota Global, iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), financiada com recursos da Comissão Europeia por meio da AL-Invest, vai se tornar o novo modelo de atendimento do (PNCE), estratégia do governo federal para ampliar o número de exportadoras brasileiras.

A transferência da metodologia foi assinada pelo diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi, e pelo secretário de Comércio Exterior do Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Abrão Neto, nesta quarta-feira (15), durante o Encontro Nacional de Comércio Exterior (ENAEX), no Rio de Janeiro.

“O objetivo da transferência é constribuir para que o governo federal adote um padrão único de atendimento às empresas que buscam a internacionalização, melhorando a governança do comércio exterior. Ao organizamos a estrutura de serviços, fortalecemos os instrumentos disponíveis e somamos esforços na inserção internacional do Brasil”, afirmou Abijaodi. A questão da governança é uma das prioridades apresentadas pela CNI aos candidatos à Presidência da República nestas eleições.

O MODELO – A estrutura de atendimento do Rota Global consiste em diagnóstico de maturidade internacional, construção de plano de negócios customizado para as necessidades de cada negócio e coordenação de serviços para preparar a empresa ao longo do processo.

O projeto piloto, iniciado em 2017, recebeu R$ 1,2 milhão em recursos europeus do AL-Invest – instrumento de apoio ao desenvolvimento de pequenas e médias empresas na América Latina – e foi executado no Brasil, na Argentina e na Espanha.

Mais de 560 empresas do setor industrial, agrícola e de serviços se inscreveram no Rota Global para a fase de diagnóstico de maturidade. Em menos de um ano, 406 planos de ação de internacionalização foram entregues e 495 serviços de apoio foram prestados às empresa participantes.

Com o acordo entre CNI e MDIC, o Rota Global será adotado como metodologia de atendimento empresarial nos Comitês Estaduais do Plano Nacional de Cultura Exportadora, facilitando o alinhamento entre as instituições e a coordenação de serviços de apoio à internacionalização oferecidos por diferentes entidade no Brasil”.