TCP inicia exportação de celulose em navios break bulk

TCP inicia exportação de celulose em navios break bulk
Armazenagem em área primária e disponibilidade de cais possibilita uma operação mais barata para o exportador.
Fonte: Ana Cunha, Medialink Comunicação, 19/02/2018.

Foto: Divulgação.

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“A TCP – empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, já está realizando exportação de celulose por meio de navios break bulk, que fazem o transporte de carga não conteinerizada. A primeira operação ocorreu no início de janeiro para atender fábrica localizada em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul. A previsão é que sejam movimentadas 10 mil toneladas do produto que têm como destino a Ásia somente nesta operação.

Juarez Moraes e Silva, diretor Superintendente e Comercial da TCP, destaca que a movimentação da celulose nesta configuração torna a operação até 20% mais em conta para o exportador, se comparado ao valor praticado por outros Portos brasileiros. “A TCP oferece ao exportador a armazenagem da carga em zona primária, diminuindo a distância do armazém até o cais. Com isso, diminuímos o número de elos improdutivos da cadeia logística envolvidos na operação de traslado da carga, o que torna a operação menos onerosa e muito mais produtiva, estabelecendo Paranaguá como uma alternativa para o mercado de celulose break bulk, Paranaguá vem se constituindo um polo logístico de escoamento da celulose nacional¨, explica.

Outro diferencial importante, é a disponibilidade de cais que a TCP oferece, em virtude dos investimentos constantes realizados na ampliação e modernização do terminal. “A infraestrutura do Terminal permite manter em dia as janelas de atracação dos navios porta contêineres, permitindo agregar novas operações e aumentar nossa oferta de serviços. Além disso, contamos com uma equipe altamente treinada e qualificada, além de equipamentos de última geração, operando 24 horas por dia. Com a alta produtividade, os navios que atracam em Paranaguá são operados no menor espaço de tempo possível, diminuindo ainda mais os custos para o exportador, muito sensível em operações break bulk”, afirma Moraes e Silva.

Semanalmente, o Terminal de Contêineres de Paranaguá recebe mais de 15 navios, com rota para países das Américas, África, Ásia e Europa e que utilizam Paranaguá para carga e descarga de produtos de importação e exportação”.

Exportações brasileiras de vinhos, espumantes e sucos de uva crescem 17,3% em valor em 2017

Exportações brasileiras de vinhos, espumantes e sucos de uva crescem 17,3% em valor em 2017
Fonte: Apex-Brasil via Comex do Brasil, 19/02/2018.

Foto: Divulgação.

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“Brasília – Com mais de US$ 15 milhões comercializados no mercado internacional em sucos, vinhos e espumantes, o setor vitivinícola brasileiro obteve crescimento de 17,3% nas exportações em 2017. No ano passado, o destaque das vendas ficou com a categoria de vinhos e espumantes, que representa quase 60% do total exportado, registrando uma expansão de 47,5% no valor comercializado, somando US$ 8,77 milhões. Os sucos, por sua vez, tiveram uma retração de 8,6% na contabilização das vendas, atingindo US$ 6,32 milhões.

Os produtos foram remetidos para 51 países, com ranking dos principais destinos sendo liderado por Japão, Paraguai, Estados Unidos, China, Reino Unido, México, Chile, Colômbia, Equador e República Dominicana.

As 42 empresas participantes do projeto setorial Wines of Brasil, realizado em parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para a promoção comercial no mercado externo, responderam por, aproximadamente, 95% do resultado obtido em 2017 na exportação. O desempenho do grupo foi ainda mais expressivo, obtendo incremento de 55,6% nas vendas ao Exterior.

O gerente de Promoção do Ibravin, Diego Bertolini, explica que o Japão aparece com principal destino das exportações, em função de operações com suco concentrado. Entretanto, a Terra do Sol Nascente também figura na quarta colocação na importação de espumantes e em sétima em vinhos, devido a contratos de fornecimento com grandes players de venda online de vinhos e redes varejistas. O país ampliou em 34% o valor adquirido em relação à 2016.

Outro destaque no ano passado foi a América Latina. De forma agrupada, os países da região despontaram como grandes parceiros comerciais, absorvendo 41,3% do valor global negociado. Entretanto, os Estados Unidos, Reino Unido e China, por serem mercados maduros, formadores de opinião e compradores de rótulos de maior valor agregado, continuam entre os mercados-alvo do projeto. O valor médio por garrafa exportada para os Estados Unidos gira em torno de US$ 10, cinco vezes maior que o Paraguai.

“A partir de 2018 teremos ações voltadas para a América Latina em função de vantagens competitivas, como proximidade geográfica e também de perfil de produto. Os consumidores possuem paladar semelhante ao que temos no nosso mercado interno, que aprecia vinhos mais leves e frutados”, observa Bertolini, acrescentando que nessa região há um bom potencial para o suco 100%.

“Desde o ano passado estamos focando no que somos mais competitivos, que é o espumante, mas calibrando estratégias para cada país trabalhando também vinhos e o suco de uva”, informa o gerente. A estratégia está embasada no fato de os espumantes responderem por quase 8% da receita com exportações, apesar de somar 4,6% em volume, o produto apresenta uma melhor rentabilidade, com média de US$ 4,59 por litro, e também por estar ampliando sua participação nas vendas. Em 2017, o volume cresceu 47,5%, ante 45,6% dos vinhos”.

Sopesp apresenta proposta para nova gestão da dragagem

Sopesp apresenta proposta para nova gestão da dragagem
Associação patronal adaptou sua proposta e a encaminhou, pela segunda vez, ao MTPAC.
Fonte: A Tribuna, 19/02/2018.

Foto: Carlos Nogueira/AT (Divulgação).

Foto: Carlos Nogueira/AT (Divulgação).

“Uma entidade sem fins lucrativos, como uma espécie de condomínio, é o modelo para a gestão da dragagem do Porto de Santos defendido pelo Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp). Na última semana, a associação patronal adaptou sua proposta e a encaminhou, pela segunda vez, ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPAC).

A ideia do Sopesp é garantir um aumento da eficiência das obras de dragagem, com uma maior agilidade na contratação do serviço, que é essencial para garantir a competitividade do Porto. Além disso, com a transferência da gestão da atividade, hoje administrada pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), é esperada uma redução nas despesas operacionais, contribuindo para a redução do Custo Brasil.

Segundo os operadores portuários, a gestão privada da dragagem do Porto pode garantir uma redução de 22% nos custos do serviço, se for adotada já neste ano. Em 2027, esta economia pode chegar a 39%. Os números levam em conta a projeção de movimentação de cargas do complexo marítimo e os custos de contratação da obra.

De acordo com um estudo contratado pelos operadores portuários, os custos de dragagem estão concentrados em uma parte da Tarifa 1 da tabela da Codesp, a Autoridade Portuária. Atualmente, para pagar esse serviço, a Docas cobra R$ 3,38 por tonelada movimentada, em caso de granéis e de carga geral. Já no caso dos contêineres, o valor é R$ 61,29 por TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés).

Considerando que essa parcela da Tabela 1 seja repassada para a iniciativa privada, que arcará com os custos do serviço, e o aumento da movimentação de carga, será possível reduzir o preço. É o que garante o estudo elaborado. A expectativa é de que, para o custeio da obra, os usuários do Porto tenham de pagar R$ 2,65 por tonelada e R$ 48,07 por contêiner, 22% a menos.

Prazo prorrogado

Na semana passada, em portaria assinada pelo ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, foi prorrogado o prazo para as discussões sobre o modelo de dragagem do Porto de Santos. O grupo de trabalho que trata do assunto foi criado em novembro e, inicialmente, teria 90 dias de vigência. Agora, as discussões poderão se alongar até 3 de maio.

Mas, segundo Quintella, não será necessário utilizar todo esse período. A expectativa é de que uma definição seja anunciada em 60 dias, no máximo – até abril.

Os operadores portuários têm pressa. Segundo o Sopesp, “a comunidade portuária aguarda ansiosa pela definição antes do prazo final, apontando a necessária aprovação do projeto apresentado, de condomínio portuário”.

De acordo com o cronograma dos trabalhos, os integrantes dessa equipe se reúnem periodicamente, em Brasília, para analisar vários estudos feitos por entidades do setor. Já a iniciativa privada, que foi convidada pelo MTPAC a participar das discussões, está apenas em alguns encontros.

Além do Sopesp, a proposta de condomínio foi assinada pela Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), pela Associação Brasileira de Terminais de Contêineres (Abratec), pela Associação Brasileira de Terminais de Líquidos (ABTL) e pela Associação Comercial de Santos (ACS), assim como pela Federação Nacional dos Operadores Portuários (Fenop)”.

Levantamento aponta divergência de milhões de toneladas entre dados da Antaq e da Secex

Levantamento aponta divergência de milhões de toneladas entre dados da Antaq e da Secex
Fonte: Danilo Oliveira, Da Redação via Portos e Navios, 19 Fevereiro 2018.

Foto: Arquivo/Divulgação Agência CNT.

Foto: Arquivo/Divulgação Agência CNT.

“Um levantamento da consultoria Solve Shipping aponta que, comparando apenas volumes das exportações brasileiras em 2016, os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) estão 30 milhões de toneladas acima dos dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). De acordo com informações da Antaq, o Porto de Niterói (RJ), por exemplo, não aparece como exportador, enquanto para Secex — que extrai seus dados diretamente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro/Receita Federal) — o Porto de Niterói (RJ) embarcou para o exterior 16 milhões de toneladas naquele ano.

Em São Sebastião (SP), foi percebida uma diferença de quase sete milhões de toneladas (confira nas tabelas abaixo) já que a movimentação, segundo a Secex, foi de 7,1 milhões e a Antaq contabiliza apenas 200 mil toneladas. Já em Santos (SP), faltam seis milhões de toneladas nos dados da Antaq referentes a exportações em 2016 quando comparados aos dados da Secex.

De acordo com os indicadores de 2017 divulgados na última quinta-feira (15) pela Antaq, o volume das exportações ficou 11,1 milhões de toneladas abaixo dos dados da Secex enquanto o volume de importação da agência superou em 12,5 milhões de toneladas o divulgado pela secretaria de comercio exterior do MDIC. A título de comparação, supondo que toda essa divergência nos dados fosse transportada por navios porta-contêiner, ela seria suficiente para encher 1,7 milhões de contêineres, volume equivalente a toda importação brasileira proveniente da Ásia.

Enquanto o governo tenta atrair interessados em novos ativos do setor portuário, os investidores cobram informações mais consistentes. Apesar de entenderem que os números não estão precisos, fundos de investimento não conseguem quantificar o tamanho desses erros. “Um governo que vai ao Fórum de Davos ‘vender’ credibilidade e atrair investimentos não deveria oferecer uma base de dados dessas aos investidores”, analisa o sócio da Solve, Leandro Carelli Barreto.

Ele vê dificuldade de os investidores fazerem projeções de receita de ativos com tamanha divergência nos dados oficiais de movimentação portuária no Brasil. “Os dados da Antaq, que deveriam balizar os usuários do setor dado o seu nível de abrangência e detalhamento, simplesmente não batem com os dados reportados pela Secex, pelas autoridades portuárias ou por dados processados por fontes privadas”, comenta.

Barreto cita o caso da venda do controle do TCP à China Merchants Port Holding, do qual não se tem estatísticas sobre operações de transbordo e, diante da conhecida diferença entre as tarifas portuárias para movimentação de contêiner cheio/vazio, longo curso, cabotagem e transbordo, o consultor questiona como foi possível estimar receitas, ebtida, retorno sobre investimento (ROI) e payback antes de pagar R$ 2,9 bilhões para adquirir 90% do controle desse terminal. “A China Merchants possivelmente recorreu a outras fontes de dados”, acredita”.

Movimentação de carga no setor portuário cresce 8,3%

Movimentação de carga no setor portuário cresce 8,3%
Em 2017, portos públicos e terminais de uso privado movimentaram 1,086 bilhão de toneladas.
Fonte: Antaq, 15 de fevereiro de 2018.

“O setor portuário brasileiro (portos públicos + terminais de uso privado) movimentou 1,086 bilhão de toneladas no ano passado. Esse valor corresponde a um crescimento de 8,3% em relação a 2016, quando foram movimentadas 1,002 bilhão de toneladas. Os dados são da Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho da Antaq.

Em relação ao tipo de carga, destaque para o granel sólido. Em 2017, foram 695,4 milhões de toneladas movimentadas em 2017, um incremento de 10,3%. O milho e a soja se evidenciaram, com crescimento de 71,8% e de 31,5%, respectivamente, sobre 2016.

Quanto ao granel líquido, foram 230,2 milhões de toneladas movimentadas no ano passado, o que correspondeu a um crescimento de 3,8%. Destaques para a importação de derivados de petróleo (+32%) e para a exportação de petróleo bruto (+19%). A movimentação da carga geral solta também aumentou: 54,2 milhões de toneladas, um incremento de 7,6% em relação a 2016.

Quanto à movimentação de contêineres, registrou-se crescimento na movimentação tanto em tonelagem quanto em TEUs. Para o primeiro, movimentação de 106,2 milhões de toneladas (+6,1%). Em relação ao segundo, 9,3 milhões de TEUs (+5,7%).

Porto público x Porto Privado

Em relação ao tipo de instalação, tem-se que os terminais de uso privado movimentaram 721,6 milhões de toneladas em 2017, um crescimento de 9,3% em relação a 2016, quando foram movimentadas 660 milhões de toneladas. Os portos públicos movimentaram 364,5 milhões de toneladas, um incremento de 6,3% sobre 2016, quando foram movimentadas 342,8 milhões de toneladas.

“Vale destacar que se analisarmos de 2010 a 2017, houve importantes crescimentos na movimentação”, afirmou Fernando Serra, gerente de Estatística e Avaliação de Desempenho da Antaq, referindo-se aos seguintes números: aumento de 22,7% na movimentação de carga nos portos públicos; de 32,9% nos terminais de uso privado; e no total, crescimento de 29,3%.

Navegação

Levando-se em conta a navegação, a Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho da Antaq também registrou crescimento na movimentação. No longo curso, foram 803,3 milhões de toneladas movimentadas, um aumento de 8% em relação a 2016. Na cabotagem, 221,8 milhões de toneladas (+3,8%). Na navegação interior, a maior variação: crescimento de 37,8%, com 57,3 milhões de toneladas movimentadas. As navegações de apoio portuário e apoio marítimo movimentaram 3,6 milhões de toneladas”.

Exportadores iniciantes ganham espaço na Gulfood

Exportadores iniciantes ganham espaço na Gulfood
A Apex-Brasil selecionou oito empresas com nível de maturidade iniciante para participar da edição deste ano da feira de alimentos em Dubai.
Fonte: André Barros, enviado especial, ANBA, 19/02/2018.

Foto: André Barros/ANBA (Divulgação).

Foto: André Barros/ANBA (Divulgação).

“Dubai – Espalhadas por cinco pavilhões temáticos, além do espaço da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, 100 empresas brasileiras participam da edição 2018 da Gulfood em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, até quinta-feira (22). Destas, oito foram selecionadas pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex-Brasil) por estarem no nível de maturidade de exportadora iniciante e participam, em sua maioria, de sua primeira feira no exterior.

Uma delas é a Kigrãos, uma empresa que representa mais de 40 produtores de grãos de Mato Grosso que, juntos, somam uma área de produção de 50 mil hectares. Embora exporte metade da produção de feijão-de-corda e milho de pipoca, inclusive para o Egito, a empresa agora quer entrar no mercado de grãos para animais. Por isso, expõe na feira espécies de painço, semente de gergelim e espécies de milheto, de olho nos países árabes.

“O mercado árabe é muito forte para ração animal, mas ainda não conhece o produto brasileiro”, disse Roberto Sadi, executivo de vendas da Kigrãos. Ele chegou à Gulfood com conversas iniciadas com compradores dos Emirados, Arábia Saudita, Jordânia e Tunísia, e espera conseguir novos contatos em seu espaço no estande da Apex.

Para ele, a participação já valeu pelo fato de poder receber e conversar com seus atuais clientes, a maioria indianos. “Todos os nossos 11 clientes de feijão-de-corda da Índia nos visitaram no primeiro dia de feira. O produto agradou também aos paquistaneses, que vieram conhecer”, disse.

As oito empresas estão em um espaço compartilhado no estande da Apex, cada uma ocupando uma mesa. Segundo Rafael Prado, coordenador de Promoção de Negócios da agência, o nível de maturidade dessas exportadoras ainda não as credencia para ter um estande próprio, mas essa iniciativa da entidade as permite ter a oportunidade de participar de uma feira internacional. A iniciativa não ocorre apenas na Gulfood, pois a Apex a promoveu também em outras feiras fora do Brasil.

A trader F3 Import Export, de João Pessoa (PB), faz sua primeira participação em feiras voltadas à exportação. Desde 2015 atuando com importação de itens diversos, de peças para motocicletas até vestidos de noivas, a empresa agora quer começar a exportar. “Não exportamos nada ainda. Decidimos em janeiro investir em uma feira e, após alguns estudos, optamos pela Gulfood”, disse Fabrício Marsicano, diretor de projetos da empresa.

Segundo ele, há um “mix” de produtos a ser ofertado: frango, milho, arroz, açúcar, café e água de coco, entre outros. Nos primeiros dois dias de feira, conseguiu bons contatos para todos os segmentos. “Veio muita gente da África, Oriente Médio e Índia. São esses os três mercados principais”, relatou.

Prado disse que as empresas se inscrevem para participar da feira e a Apex seleciona aquelas em que acredita ter maior capacidade de obter bons resultados. Não há escolha direcionada para quem deseja o mercado árabe. Segundo Prado, a Gulfood deixou de ser uma feira regional e é considerada internacional, com expectativa de geração de negócios em valores equivalentes aos da Sial Paris, na França e Anuga, na Alemanha, duas das maiores mostras mundiais da indústria alimentícia.

“É a quinta-edição [da Gulfood] que a Apex-Brasil lidera uma ação. A Gulfood já foi regional, mas agora é global: recebemos compradores da Arábia Saudita, Emirados e também de mercados como Índia, Paquistão e Senegal”, explicou o executivo.

A Apex projeta elevar em 10% a geração de negócios durante e após a feira nesta edição, comparada à do ano passado, quando a Gulfood elevou em US$ 1,1 bilhão as exportações brasileiras.

Visita do embaixador

Os pavilhões da Apex na Gulfood foram visitados pelo embaixador do Brasil em Abu Dhabi, Fernando Lemos Igreja, no fim da tarde desta segunda-feira (19). O diplomata visitou também o estande da Câmara Árabe – que recebeu novamente um forte movimento nesse segundo dia de feira –, onde foi recebido pelo diretor Mohamad Abdouni Neto e pelo assessor de projetos especiais da entidade, Tamer Mansour.

À ANBA, o embaixador destacou a importância da Gulfood e a crescente presença de empresas brasileiras.

“A participação brasileira está excelente esse ano. Os pavilhões da Apex estão muito bem montados, assim como o da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. Eu acho que o Brasil está com uma presença forte que tende a aumentar. Estamos em 100 empresas este ano e temos um estudo para estarmos maiores ainda no ano que vem. [Estou] muito feliz, espero que [as empresas] voltem no ano que vem com mais força ainda”, declarou”.